terça-feira, 1 de março de 2011

As razões de Deus...

Deus permitiu a saudade
Pra que a gente
Se lembre
Daqueles que amamos...
Permitiu o sonho
Pra que a gente não desista
Do que planejamos...
Permitiu a lágrima
Porque está ao nosso lado
Quando sorrimos ou choramos.

Conto feminino

Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão à lenha para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada,seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse.
Ele apareceu e perguntou:
- Por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio. E Deus
tirou
um machado com cabo de ouro, do rio, e perguntou:
-É este seu machado?
A nobre mulher respondeu:
- Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de
Prata:
- É este o seu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e
perguntou:
- É este teu machado?
- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de
volta para casa, dando-lhe os três machados de presente. Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no
campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus
por ajuda. Ele apareceu e perguntou:
- Mulher, por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio.
Imediatamente Deus tirou do rio o Rodrigo Santoro, e peguntou:
- É este seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus se enfureceu.
- Mulher mentirosa!!! exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então, o Senhor
tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido; e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher,
e não poderia cometer trigamia... Só por isso eu disse ''sim'' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdoou.


MORAL DA HISTÓRIA: MULHER MENTE DE UM JEITO QUE ATÉ DEUS ACREDITA

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

reflexão



Um homem caminhava pela praia numa noite
de lua cheia e pensava:
“Se tivesse um carro novo, seria feliz...
“Se tivesse uma casa grande, seria feliz...
“Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz......
“Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz...
Nesse momento, tropeçou em uma pequena sacola
cheia de pedras e começou jogá-las uma a uma no mar.
E a cada vez dizia: “Seria feliz se tivesse...“
Assim fez até que restou apenas uma pedrinha,
que decidiu guardar.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se
de um diamante muito valioso.
Quantos diamantes teria jogado ao mar sem parar para pensar?
Muitas vezes nós também jogamos fora nossos preciosos tesouros,
esperando o que acreditamos ser perfeito.
“Se você ainda não pode ter o que sonha,
Dê valor e ame o que você tem!"

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Olhos Azuis

Emy era uma linda menina de 3 aninhos de idade. Ela morava em algum lugar dos EUA, em frente ao mar.
Sua família era cristã. Eles iam todos os domingos à igreja.
Ela amava sua família e admirava os olhos azuis de seu pai, sua mãe e seus irmãos.
Todos na casa de Emy tinham olhos azuis... menos Emy!
O sonho de Emy era ter olhos azuis como o mar.
Ah! Como ela desejava isso!
Um dia, na escola dominical, ouviu a "tia" dizer: "Deus responde todas as nossas orações!"
Emy passou o dia todo pensando nisso e à noite, na hora de dormir, ajoelhou-se ao lado da sua cama e orou:
"Papai do Céu, muito obrigada porque você criou o mar que é tão bonito! Muito obrigada pela minha família. Muito obrigada pela minha vida! Gosto muito de todas as coisas que você fez e faz! Mas gostaria de pedir por favor que quando eu acordar amanhã, tenha olhos azuis como os da mamãe!
Em nome de Jesus, amém."
Ela teve a fé pura e verdadeira de uma criança. Ao acordar, no dia seguinde, correu para o espelho, olhou e seus olhos... continuavam castanhos!!
Naquele dia Emy aprendeu que um "não" também era resposta! A menininha agradeceu à Deus do mesmo modo, mas não entendia, só confiava!
Anos depois, Emy tornou-se missionária na Índia.

Ela "comprava crianças para Deus" (as crianças eram vendidas por suas famílias, que passavam fome, para serem sacrificadas no templo, e Emy as "comprava" para libertá-las desse sacrifício).
Mas, para poder entrar nos "templos" da Índia, sem ser reconhecida como estrangeira, precisou se disfarçar de indiana: passou pó de café na pele, cobriu os cabelos, vestiu-se como as mulheres do local e circulava livremente nos locais de venda de crianças, pois aparentava ser uma indiana.
Um dia, uma amiga missionária olhou para ela, disfarçada e disse:
"Puxa, Emy! Você já pensou como faria para se disfarçar de indiana se tivesse os olhos azuis como os de sua família?"
Que Deus inteligente o que nós servimos... Ele lhe deu olhos bem escuros, pois já sabia que isso seria essencial para a missão que lhe confiaria depois!!!
Essa amiga não sabia o quanto Emy havia chorado na infância por não ter olhos azuis e quanto era grata agora, pelo não que recebeu de Deus.
Ela pode, enfim entender o porquê daquele não de Deus há tantos anos!
..."Deus está no controle de tudo!!! Ele conhece cada lágrima que já rolou do canto dos seus olhos... Ele sabe que talvez você quisesse ser diferente, talvez você quisesse olhos de outra cor... Ele ouve, sim todas as orações...Mas ele as responde de modo sábio"...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

reflexão

Alexandre 3º, o Grande (Rei da Macedônia)
356 a.C., Macedônia
323 a.C., Babilônia


A beira do leito de morte, Alexandre o Grande convocou seus generais
e lhe orientou sobre seus três últimos desejos.
E assim falou-lhes:

1 - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos melhores médicos da época;
2 - Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo todos os seus tesouros e;
3 - Que suas duas mãos fossem deixadas de fora balançando para que todos pudessem vê-las.




Então eis que um dos seus generais, impressionado com seus pedidos insólitos,
o pergunta quais seriam as razões para tal desejo.
Alexandre sabiamente o responde:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que
eles não tem poder de cura perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto com os meus tesouros para que as pessoas
possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem e por fim;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que
de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

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